Dia de vício

Dia de vício
O dia de hoje foi fantástico: fui a puta de 10 homens, que me usaram como quiseram.
Comecei o dia, por volta das 9 da manhã, no wc da área de serviço, onde encontrei um cinquentão com tesão na verga. Mamei-o, mas ele acabou por não se vir. Caralho grande e grosso, cabeça lisinha, e bem pentelhudo. Acho que tinha a mulher à espera no carro.
Mas foi quando estava a sair que apanhei um gajo com 20 e tal anos (prefiro maduros, são mais porcos, no geral fodem melhor, são viciosos e sacanas), bom corpo, capacete no braço, cara de machinho, barba da moda, que foi para os urinóis. Segui-o, sem esperanças maiores, mas quando cheguei lá, vi-o de pau na mão, teso, uma grande verga linda, lisa, dura. Toquei-lhe logo…

Até o ter na boca faltou pouco e depois de muito tesão, fomos para um individual, onde o mamei à vontade, passando as mãos por um corpo excelente, poucos pelos. A cara dele mostrava o êxtase e os gemidos, o prazer.

Queres-me comer? – perguntei. Ele nem pensou duas vezes, virou-me de cu para ele, cuspiu na mão, passou no caralho e enfiou-o todo de uma vez, dando bombadas enquanto gemia alto, não querendo saber de quem entrava na casa de banho.

Fodeu-me cerca de 20 minutos. Apalpei-lhe os colhões, rebolei, mexi-lhe no peito, vi-lhe a cara de tesão, senti-o a vibrar até que: Posso-me vir? – perguntou. Acenei com a cabeça e por entre estucadas fortes, em que sentia os seus colhões a bater nas minhas nalgas, com gemidos quase grunhidos, encheu-me o cu de esporra quente, com 5 ou 6 vibrações na verga, que devido ao tamanho, senti no buraco… E lá foi ele satisfeito na sua mota.

Continuei viagem, e depois noutra casa de banho pública, continuava vontade de levar mais nas nalgas. Estava lá um trintão esfomeado, com o caralho na mão, que depois de uns olhares me pôs a mamar, interrompidos entretanto por mais alguns machos que foram chegando.

Um velho barrigudo chegou e quando retomei  a mamada ao trintão, o velho começa a apalpar-me e a enfiar-me os dedos no cu com fome e a apalpar-me o corpo todo. Nisso entrou outro cinquentão que alinhava na brincadeira, porque viu a cena e juntou-se apenas para me ver a ser usado, a que se juntou ainda outro gajo gordinho e alto, barbudo.

Depois de muito mamar, o trintão esporrou-se para o chão e o pessoal bazou.
Saí também e quando estava a dirigir-me para o carro, vi um gajo de aparente bom corpo, ar de sacana que fazia lembrar um desportista famoso, a sair do carro, e com o ar mais porco do mundo, a apertar o caralho com a mão e a olhar para mim.

Nem pensei duas vezes, voltei para trás, onde ele, depois de ter rondado por lá, se chegou a mim e começou a apalpar-me o cu. Passei-me, baixei as calças e ele jogou-se ao meu cu com as mão como um tarado… Apalpou-o, abriu-o, deu palmadas, fazendo-me ficar a desejar ainda mais. Foda-se, tás com um tesão no cu que vou ao carro de propósito buscar um preservativo para te foder… Tu mereces, disse ele. E a olhar ainda mais com cara de sacana, saiu. Um verdadeiro porco.

Quando voltou, baixou-me as calças e voltou a mexer-me nas nalgas. Foda-se que cu! exclamou.

Interrompidos por um gajo grisalho e de olhos azuis (um tesão de homem, lindo!) que logo se juntou a nós com o seu caralho  médio, e muito bonito, como o resto do pacote. Queres fodê-lo primeiro? perguntou o outro bonzão. O de olhos azuis aceitou e logo estava eu com ele enterrado no cu, enquanto o outro via com o caralho na mão. Fode-o todo caralho, que ele gosta! disse o porco.

Com as estucadas valentes, senti-o vir-se alguns minutos depois, saindo e dando lugar ao que eu desejava ainda mais pelo tamanho do caralhão moreno. E que valente era o porco a foder… Estucou como um doido, com as mãos na minha cintura, nas minhas costas, num dos meus ombros. Tens um cu mesmo bommmmm! Queres ser aqui fodido por mais comigo a ver? Aguentas muito?
O gajo a comer-me começou a dizer que queria ver-me ali a ser comido por todos os que entravam.

Desenterrou-o, vestiu as calças foi-se por encostado a uma parede a fumar e a ver-me quase suplicar por caralho, enquanto batia uma dentro dos bolsos, a sorrir com ar de sacana, com ar de porco.

Queres mais caralho? Foda-se, esse cu está cheio de tesão. Chegou-se a mim e eu apalpei-lhe o peito, desabotoei os botões da camisa. Que corpo, definido, peito bem peludo, mãos grossas peludas, como os braços.

Voltou a trabalhar-me o cu esfomeado e ficou desejoso de se enterrar novamente. Já não tinha mais preservativos e foi pedir um a um gajo que estava por ali, porque me queria enrabar outra vez.

Voltou-se a enterrar com toda a força, dando estucadas, bombadas fortes, rebolando o caralho no meu buraco, encostando-me à parede de cu espetado para ele e usando-o.

Acabámos e lá fomos à vida, desejando ele que um dia eu ali seja fodido por muitos com ele.
Voltei ao parque, onde estava o gajo de pêra, que eu reconheci não das fodas, mas de outro sítio, sem que me lembre. Tem um caralho de apenas médio, é gordinho, mas sabe foder e trabalhar bem um cuzinho…

Enrabou-me e depois deixou-me para um amigo, outro barbudo quarentão, dizendo-lhe com ar de porco que me tinha encavado. O outro, meio gordinho também, mas muito excitante, com ar de sacana e barba forte, deu-me o caralho à mão, depois à boca e por fim no cu, esporrando-se depois no urinol.
Fui depois às casas de banho do centro comercial, onde estavam outra vez o trintão, o gajo da pêra e outro gajo alto e magro.

O primeiro voltou a trabalhar-me o cu, enquanto o alto se enfiou no meu cu. Dois velhos viam a cena e mamavam-se. Eu era estucado com um pau grandalhão, proporcional à altura do dono, enquanto era apalpado pelos outros.

Mais uma esporradela no urinol directamente do meu cu, para se seguir novamente o homem da pêra, que me tinha enrabado antes. Enquanto fodia, obrigou-me a mamar o trintão esfomeado.

No parque voltei a encontrar o homem alto que me enfiou novamente o pau no cu… O gajo da pêra juntou-se a nós, na minha boca (Isso, fode-o todo caralho!) e depois da foda forte do primeiro, que já era a segunda que me dava, voltou a esporrar-se, dando lugar ao segundo de novo, que me deu a terceira nesse dia. Fodeu-me muito melhor que das duas últimas. Eu estava passado… Eu e ele, que se esporrou pouco depois.
Ainda mamei outro cinquentão careca, mas sem direito a leitinho. Bazou sem se vir.
Eu fiquei com vontade de ter estes caralhos todos à minha volta outra vez, todos juntos, a baterem punhetas e lambuzarem a minha cara com muito leite de cada um, misturando o cheiro e o sabor de todos estes machos.
Não me vim. Em casa bati uma punheta a pensar no dia que tive e esporrei fartamente.

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