A Filha Do Vizinho

A Filha Do Vizinho
A filha do vizinho é uma miúda vistosa de 20 e poucos anos. Sempre bem vestida e arranjada de estatura média e cabelo comprido. O apartamento deles tem um terraço, quando ouço a água a correr lá fora vou sempre espreitar à varanda na esperança de a ver a de mangueira na mão a limpar o terraço. Nestas ocasiões anda descalça, com uns calções bem curtinhos e um top sem sutiã. Como devem imaginar é muito revelador e mostra bem a sua figura bem apetecível. O meu andar, mais acima proporciona uma bela vista. Eu gosto mesmo do espetaculo e neste verão notei que ela fazia aquela atividade regularmente, talvez até mais que o necessário. Ocorreu-me que talvez o fizesse para eu ver, mas não não devia ser, ou era?
Numa destas vezes enquanto apreciava, ela olhou diretamente para mim, sorriu, eu sorri, disse bom dia ao que ela respondeu “bom dia, está calor, não está?” e com isto agita o top deixando ver ainda mais dos seus belos seios. Sorri ainda mais, e respondi “Estou a ver que sim”. Devolveu-me um olhar malandro e debruçou-se para apanhar qualquer coisa, nem vi o que era, os meus olhos estavam fixos no cu dela, bem redondo, daqueles que só apetece dar uma palmada. Ali fiquei quase de pau feito a ver aquela beldade ali em baixo. Assim foi durante uns tempos, eu a ver e ela a mostrar. Fiquei a ter a certeza que ela gostava do efeito que provocava em mim. Aquele terraço nunca esteve tão limpo!
Certo dia tocaram-me à campainha, era ela. Atendi, ela disse que tinha um pedido para me fazer, pensei que queria sexo, mas afinal enganei-me. Disse que ia ter os pais fora, e que o namorado ia lá dormir com ela, mas não tinha preservativos e que ele não gostava de usar, por isso não comprava. Ela é que tinha que comprar sempre, mas desta vez não tinha nenhuns e tinha vergonha de ir à farmácia do bairro onde era conhecida.
Desapontado, pois pensava que queria outra coisa lá lhe dei uns quantos e disse que se divertisse, ela agradeceu e voltou para casa.
À noite, estava a ver uns “filmes” na net quando me tocam à campainha. Para minha surpresa era ela.
– Afinal não precisei dos preservativos. – disse
– Uh podes ficar com eles, ficam para outra vez. – respondi sorrindo
– Pois… não sei se haverá outra vez. – respondeu triste.
– Então? Algum problema? Queres entrar?
Levei-a para a sala onde ainda tinha o “filme” em pausa, e rapidamente desliguei a TV, embora ela tivesse percebido o que estava a ver.
Perguntei-lhe se queria beber alguma coisa um chá, ou um café ao que respondeu que seria melhor algo mais forte, talvez um vinho, ok, disse eu e fui abrir uma garrafa. Contou-me depois que tinha estado nos amassos com o namorado e iam foder, mas ele não quis por os preservativos e ficou desconfiado com a sua origem, realmente não me tinha ocorrido a imagem que daria ela aparecer com uns quantos numa caixa aberta e pedi-lhe desculpa. Ela disse que acabou tudo com ela, já que ele não confiava nela o suficiente. Dei-lhe um abraço para a confortar. Foi um abraço longo e quando terminou ela deu-me um grande beijo na boca. De repente ficou diferente, e com um ar malandro perguntou-me o que estava a ver na TV quando ela chegou. Eu sabia que ela tinha visto e perguntei se queria ver, ao que disse que sim. Era um filme daqueles caseiros, em que por acaso o casal estava também num sofá.
– Costumas ver filmes destes?
– Sim de vez em quando.
– Sabes, estava mesmo pronta quando aquele estúpido começou com aquelas merdas. E agora a ver isto então não sei se consigo resistir.
– Resistir a quê?
Ela passou para cima de mim, e começou a tirar o top. Ali estavam aquelas belas mamas. A esta altura já não havia dúvidas, já sabia o que ela queria. Não lhe disse nada e começei a beijar-lhe as mamas. Despimos a roupa e apreciei bem de perto cada centímetro daquele corpinho. Fizemos oral um ao outro, a cona dela estava encharcada. Quando ia para por o preservativo ela disse para não por que me queria sentir todo. E assim foi fodemos de toda a maneira naquele sofá, quando estava para me vir fiz-lhe sinal, ela chupou-me até ao fim e engoliu tudo, que sensação, ela sabia o que fazia.
Foi a primeira vez mas não foi a última, continuei a vê-la no terraço e ela continuou a visitar-me de vez em quando, mas conto noutra altura.

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