Dezembro em Paris.

Dezembro em Paris.
Estava frio naquela manhã de Dezembro em Paris, percorro as ruas com os olhos semi-serrados, e ombros que protegem as orelhas.
Estou a pensar na minha cama quentinha que abandonei para vir tomar um café. O meu amigo Zé que chegou de viagem muitas novidades para contar, mas o que interessa são as conquistas que fez lá no oriente.
Acelero os passos e quando me preparo para virar para uma passadeira atropelo alguém! Cuidado digo eu…1
Alguém ainda mais embrulhado que eu rola no chão à minha frente, corro atrás e tento ajudar a compor aquilo que estraguei. Um vulto negro com uns olhos castanhos levanta-se do chão, logo sacudo as partes sujas da queda. Aqueles olhos, e depois aquele sorriso, prendem-me mais que as mãos. Encaminho-a para um espaço abrigado do vento frio, ali aquela porta digo-lhe apontando.
ela segue à minha frente, eu meio a segurar, meio a empurrar, introduzo-a no hall de entrada do hotel ICE. ajudo-a a tirar o casaco que cuidadosamente ajudo a dobrar. encaminho-a agora para a sala dos pequenos almoços, o meu nariz diz-me que é por ali atrás daquele biombo.
Escolho uma mesa a empregada pergunta se somos hospedes digo que sim.
Ela fica com um ar espantado, levanta o sobrolho, e sorri.
digo quanto 503.
A senhora anotou e foi buscar o tabuleiro com as chávenas.
Deixo a empregada sair e pergunto à minha vitima como se chama, Eloisa, Elí para os amigos.

Desfaço-me em desculpas e ela desvaloriza-as, calo-me para não ser chato.

Depois de um pequeno almoço em que fico a conhecer o interesse da minha vitima por tudo o que a vida tem de melhor, pergunto-lhe se não necessita de subir a um dos quartos para se maquiar ou arranjar-se.
Ela diz que sim, que aproveitaria para ir ao wc para se retocar.

Levantamo-nos e ela encaminha-se para os wc’s públicos do hotel mas estão fechados para obras, pergunto na recepção explico a situação e dizem-me que têm um quanto no primeiro andar que acabou de ficar vago e que nos emprestam a chaves para ir ao wc.

Ajudo a Eli a subir as escadas enquanto isto olho para as curvas que uma saia de lápis abriga. fico excitado quando vejo pela racha da saia as meias de liga e o ligueiro, fico sem ar, ainda bem que é só um piso, mas e acabava caindo pelas escadas ou sem folêgo.

Sabia que é falta de educação segui atrás de uma mulher quando se sobe umas escadas, mas pedido por cem, perdido por mil, abro a porta do quarto, e ofereço-me para ajudar no que necessitar.

Eli, entra no wc enquanto eu revisto o quarto com o olhar, a porta fecha-se atrás de nós e quando me estou a aproximar da janela, oiço chamar por mim, num pulo vou até onde vem a vós. Eli está semi despida, de corpete meias de liga sem cuecas, lábios com um baton impecavelmente pintados.
sinto-me desfalecer!

Procuro o pingo de sangue que fugiu para os pés belisco a memória de onde é que eu conheço tal criatura, atiro-me a ela , como se a conhecesse desde sempre.
Os lábios tocam-se e a faísca espalha-se na minha cara e camisa, no pescoço dela repouso as lágrimas da alegria. passo uma mão ela cinta e outra desce ao rabo coberto pelo cetim plissado do corset. sinto os suspensórios das ligas passo cuidadosamente a mão por baixo do corpete e mergulho na suavidade de uma cona macia, depilada a cera, uma vulva húmida acolhe o meu dedo médio. Mergulho um, dois três dedos e encontro um um clítoris intumescido pelo desejo ela desliza as duas mãos pela camisa atirando o casaco para fora do wc. as suas mãos baixam à minha cintura e desapertam atabalhoadamente o meu cinto.
Eu só penso naquele grelo duro e em como gostaria de o possuir.

ela diz-me para me deitar no chão, eu roboticamente obedeço ela põem-se por cima da minha cara e oferece-me aquilo que mais desejava. os tacões finos, deixam a aquele grelo a altura certa da minha língua.

Com as calças abertas, sinto os seu dedos finos e frios a deslizar no meu baixo ventre, encontrou a minha pila, abre um pouco mais as calças, baixa-se e deixa o esplendoroso cuzinho agora ao alcance da minha língua.
estico-me para lhe meter a língua, o que consigo com grande esforço.

sinto ao mesmo tempo a língua quente que contrasta com os dedos frios, que agora acariciam os tomates.
afasta um pouco mais as minha calças abre-me as pernas e massaja até chegar ao meu cuzinho humedece um dedo e suavemente mergulha-o nele. sinto a minha próstata a ser massajada a pila torna-se um mastro duro. a minha lingua dá voltas para lamber o clítoris e cuzinho, mergulha onde pode.

Ela pergunta se já estou pronto, eu digo para quê, sim estou!

vira-se ao contrario e empala-se com a minha pila que desaparece por baixo do corset.

ela salta em cima de mim e eu acompanho-a.

o ritmo, aumenta até que ela e eu começamos a gemer em uníssuno. ela pede-me que lhe agarre nos bicos das mamas que com os salto ficaram de fora do corpete, obedeço, ela geme mais alto, está perto do orgasmo, até que solta um FOOOOOOODDDDDDAAAAAAASSSSSSSSSSEEEEEEEEEEEE! mais longo e sonoro que num jogo de futebol o relatador a dizer GOOOOOOOOLLLLLLLLOOOOOOOOO!
Todo o prédio abanou, eu tal emoção que me esqueci que estava a quase ter um orgasmo.

Ela agarrou-se a mim, e disse, você salvou-me o dia!!!!!!!!

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