Aventura depois do treino

Aventura depois do treino
Num dia de calor imenso, tinha eu acabado de ter aula de Português, eram uma 15:30, ia ter treino de futsal essa tarde, mas com o calor que estava, deixou-me com o corpo mole e preguiçoso. Azar dos azares, ao sair da escola encontro o meu stor de Física, o qual me interceptou e perguntou se não ia participar no treino.. Acabei por dizer que sim (que remédio) e que ia só comprar uma água ao hipermercado.
Depois do treino estava exausto, todo suado por causa do efeito estufa que se fazia sentir no pavilhão, decidi então ir para casa e tomar um bom banho e descansar.
A caminho de casa já não andava, arrastava-me… Cheio de calor e extremamente cansado, não prestava atenção a nada, num mundo completamente à parte, sozinho, até que ouço um Psst! Epá ignorei, pensava que eram daquelas pitas que faziam isso so para chamar atenção. Mas ouço de novo o Psst! Dei-me ao trabalho de me virar para ver do que se tratava e para meu espanto era uma mulher com os seus 45 anos, com 2 sacos de compras em cada mão, cabelo preto e encaracolado até ao pescoço, usava óculos, tinha 1,70 cm no máximo, vestindo calças de ganga e uma camisa vermelha apertada. Dava para perceber que estava em boa forma, com as calças a apresentarem uma anca larga e um rabo arrebitado e firme, mostrava-se também com um bom decote a completar um volume assinalável por baixo da camisa. Ela pisca-me o olho e com um movimento de cabeça pede-me para segui-la. Hesitei… Não a conhecia de lado nenhum e pensei ignorar… Ela volta a olhar para mim e com o mesmo movimento de cabeça, volta a pedir-me que a siga… Comecei a andar atrás dela mas mantendo a minha distancia, 2 a 3 metros atrás, até ela entrar para um prédio perto da minha escola. Entrei também mas não lhe disse nada e ela também não.. Ela chama o elevador e como já começava a ficar saturado com tanto mistério, perguntei-lhe:

– Desculpe, precisa de alguma coisa? Porque me pediu que a seguisse?

– Sim preciso, eu já te explico, entra no elevador comigo..

Hesitei de novo, mas como não se encontrava la ninguém pensei que se fosse alguma coisa de mal, não era ela que me prejudicaria.. Mal a porta do elevador fecha, ela mete os sacos no chão e para minha surpresa ela encosta-se a mim apertando o corpo dela contra o meu. Consegui sentir aquelas mamas a fazer pressão no meu peito. Ela então diz-me:

– Desculpa estar-te a chatear, não sou deste tipo de coisas, mas preciso da tua ajuda. Estou cheia de calor e não aguento mais..

– Então e que quer que eu faça? Não sei se já reparou mas também estou cheio de calor, só quero ir para casa tomar um duche de água fria..

– Não é esse tipo de calor que falo, preciso de uma coisa diferente…
Dito isto ela mete a mão no pénis e diz:
-Preciso de ti bem fundo na minha cona!
Nem sabia o que pensar, uma mulher com idade para ser minha mãe, nos meus braços com uma vontade enorme que eu a c***.
-Mas eu tou sujo, vim agora de um treino, devo de cheirar mal e a suor…
– Isso assim não me interessa…
Ela abaixa-se e puxa-me os calções para baixo, estava rijo que nem pedra já.. ela pega-me no pau e com a língua começa a lember de baixo para cima, até enfiar pela boca adentro bem fundo, chupando com gosto para cima e para baixo.. Começou a lamber-me os testículos, e disse que os cheiro a suor a estava a deixar louca. Começou a masturbar-se por entre as calças. Eu é que estava a ficar louco e a rezar para que o elevador não chega-se ao seu destino. Continuo a chupar cada vez com a enfiar-me mais fundo na sua garganta até que para e levanta-se, tínhamos chegado ao andar dela. Sai do elevador a tentar disfarçar o alto que tinha nos calções e seguia. Entrei em casa dela.. Pôs os sacos no chão, levou-me para a sala, baixou-me os calções e sentou-me no sofá, pôs-se entre as minhas pernas e continuou a chupar-me o pau. Estava cheio de tesão. Tirei-lhe a camisa enquanto ela continuava o oral, desapertei-lhe o sutiã e apalpei-lhe as mamas, eram maiores que a palma da minha mão, suaves e firmes com os mamilos rijos e erectos. Puxei-a para mim e baixei-lhe as calças enquanto lhe lambia o umbigo. Trazia uma cueca de renda preta, acariciei-lhe o rabo e explorei bem a zona. Sentei-a no meu colo e lambi-lhe os mamilos enquanto acariciava a suavidade do seu corpo, até que não podia esperar mais, puxei-lhe as cuecas para o lado e ela tava tão molhada que o meu pau entrou facilmente. Que cona tão quente e molhada, sentia os seus sucos a escorrerem pelo pau abaixo enquanto ela gemia e cavalgava que nem uma louca, beijei-a nos lábios, aquele ritmo estava a dar cabo de mim, ela entrava e saia com violência a um ritmo frenético com as mamas a baterem-me na cara. Deitei-a no sofá e pus-me por cima dela a provoca-la com a cabeça do pau a massajar-lhe o clitóris e dizia-lhe:
– Queres?
– Sim, mete que eu quero.
-Diz-me o quanto queres…
– Fode-me a cona toda, deixa-me toda aberta, preciso de ti dentro de mim, fode-me como se fosse a ultima queca da tua vida!!
Meti as pernas dela no meu peito e entrei com violência, ela veio-se mal eu enfiei, estava todo dentro dela e em cada enfiada, tirava tudo e metia tudo de novo. Ela gritava de prazer, só ouvia os colhões a bater com violência no rabo dela, virei-a de costas e afastei-lhe as bochechas do cu, penetrei-a mas quase não tinha que me mexer, ela mexia os quadris para vir ao meu encontro. Fodia mais um pouco com o prazer de ver o meu pau a enfiar bem fundo dentro dela. Senti que estava quase no meu limite e deitei-a de costas outra vez e enfiei até aos colhões, até me esporrar todo bem fundo dentro dela. Perdi as forças e cai sobre o seu peito, estava exausto, sentia-me a desfalecer em cima dela, ofegante e sem conseguir respirar.
– Obrigado por me teres ajudado, o meu marido está fora do pais há mais de 6 meses e já não aguentava mais esperar por ele.. E quem melhor para me satisfazer senão um jovem como tu…
– Podes-me chamar sempre que for preciso, estarei sempre disponível para ti…

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