Reencontro com o pintor

Reencontro com o pintor
Apesar de separados, somos bons amigos e bastante cumplices, continuamo-nos a encontrar e até a levo a minha casa para me fazer umas mamadas. Assim, ela pediu-me uma boleia para ir às compras ao super mercado. a uma certa altura fiquei na padaria da grande superficie à espera da minha vez e ela continuou para ir buscar o que lhe fazia falta. Não muito longe de onde eu estava vi-a falar com um homem, aí dos seus 40 e poucos anos, lá ficaram um pouco à conversa e ao fim de um bocado veio ter comigo e perguntou-me, sabes que era aquele? Respondi-lhe que não, nunca o tinha visto. Respondeu-me que era o pintor que uma vez lhe tinha dado um latão de tinta em troca de uma punheta e depois de alguns dias tinha dado uma foda com ele. Ri-me e perguntei-lhe o que é que ele queria, respondeu-me que ele lhe tinha perguntado a rir se não precisava de mais tinta e ela riu-se também e disse-lhe que sim, que por acaso estava a precisar de mais um latão. então esteve-lhe a explicar onde estava agora e que podia ir ter com ele à obra depois das 5 horas na segunda feira, ela disse que sim, ia tentar arranjar alguem que a levasse lá, ele ficou assim um bocado embaraçado e perguntou-lhe, porque não ia sozinha, lá lhe explicou que já não tinha carro mas que não havia problema, quem me vai levar é um amigo. Ouvindo aquilo, ri-me e perguntei-lhe se o amigo era eu, ela riu-se e disse que sim e perguntou-me, quando estavamos juntos, gostavas que eu fodesse com outros e agora? importas-te? Respondi-lhe que não, de maneira nenhuma. Lá se passou o fim de semana. Segunda feira às 4, telefona-me a dizer-me para não me esquecer de a ir buscar que tinha que ir buscar a tinta ao outro. Ri-me e respondi-lhe, buscar a tinta e levares uma foda em troca, riu-se e respondeu-me, se calhar!!!. Eram 5h15 lá chegamos a uma urbanização nos arredores de Palmela. Havia várias casas em construção e procuramos a que estava a ser pintada de salmão, diz-me ela, é aquela, ele está à porta. Lá parámos e ela saiu do carro e lá se cumprimentaram, falaram um pouco e então vira-se para mim e diz-me, vou lá dentro com o Francisco ver a casa e as cores e já venho, disfarçou e não deu bandeira para ele pensar que eu não sabia o que iam fazer. Passados uma meia hora vejo um negro sair à frente deles com o latão de tinta para mo trazer ao carro, sai, abri a mala do carro, ele meteu-a lá dentro e depois cumprimentou-me, voltou costas e regressou à vivenda. Entrei no carro e esperei que dessem mais dois dedos de conversa , despediram-se com um aperto de mão e ela voltou para o carro. Assim que arrancamos perguntei-lhe, então e o rapaz negro? Ela riu-se e disse-me que quando estava virada para a parede de braços abertos e apoiados na parede a levar uma canzanada do Francisco, ele agarrou-lhe na cabeça, encostou-a à parede, deu-lhe duas estocadas fundo, tirou o caralho da cona e de imediato voltou a entrar o caralho do negro, nem se tinha apercebido que o outro tinha aparecido, só percebeu que era outro quando o Francisco se pos à frente dela para ser mamado, virou-se e viu o rapaz negro e disse, rindo, isto não estava no programa…!!! eles riram-se e disseram que um latão de tinta custava 100 euros e que ela bem podia aliviar os 2, ela riu-se e disse, esta bem, está bem….!!!! Conclusão, aviou os 2 com a cona e com a boca, já que o negro também se quis vir na boca dela, perguntei-lhe se tinha engolido mas disse que não mas o chão tinha ficado cheio de esporra que os gajos estavam bem cheios. Bem, é claro que tive que parar o carro para ela me fazer um valente broche porque estava cheio de tesão com o que ela me estava a contar

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