O Cavalheiro do Metrô

O Cavalheiro do Metrô
O Cavalheiro do metrô.

Eu e Marcos já estávamos namorando há alguns meses. Nossa vida sexual era e ainda é razoável. Mas nada que eu pudesse dizer que fosse acima da média. Acostumada como eu estava a foder todos os dias com Roberto, a vida com Marcos era algo como uma calmaria só.
Porém, certo dia, voltando da faculdade, eu peguei o metrô na hora do rush. O que significava ser espremida, amassada e encoxada a viagem inteira. Me preparei psicologicamente para isso, pois sabia que a maneira como eu estava vestida instigaria ainda mais a ousadia daquele bando de tarados.
Eu vestia uma minissaia jeans, uma camisetinha de lycra e um par de sandálias com salto 15, o que fazia minha bunda ficar mais arrebitada do que ela normalmente já é. Assim, logo que entrei no vagão, procurei um lugar menos vulnerável para eu ficar, mas estava impossível. Então, um senhor calvo com seus cinquenta e poucos anos, muito bem-afeiçoado e bem-vestido, perfumado, se posicionou atrás de mim. E no primeiro movimento do trem, senti seu corpo colar no meu, ou seja, seu ventre colou em minha bunda. Eu bem que tentei desviar meu corpo para fugir do assédio, mas o vagão estava tão lotado que não havia o que fazer, então decidi deixar acontecer.
Na estação seguinte, entraram mais pessoas, o que causou um mal-estar geral e fez com que as pessoas se espremessem ainda mais. E com isso, o cavalheiro que estava atrás de mim, sentiu-se totalmente desimpedido para continuar a fustigar minha bunda. Na medida que o trem andava, eu fui sentindo o cacete dele ganhar vida. O volume duro comprimia minha bunda, e seu proprietário, aproveitava para esfregá-lo de um lado para outro. Num dado momento, senti a mão dele deslizar entre nossos corpos e cheguei a pensar: “Se esse sujeito passar a mão na minha bunda eu vou fazer um escândalo”, mas para minha surpresa, não fora isso que ele fizera. Ele apenas baixara o zíper de sua calça e libertara seu membro duro, e numa atitude para lá de ousada, dobrou seus joelhos e encaixou seu pau, por baixo de minha minissaia, bem no meio da minha racha traseira. A surpresa me imobilizou e eu fiquei sem qualquer reação, o que fez ele tomar as rédeas da situação e me controlar totalmente. Como a piroca estava molhada de tesão ele passou a deslizá-la pelo meu rego, já que a calcinha que eu usava era mínima e desaparecia no meio de minha bunda. Seu pau subia e descia entre meus montes. Aquilo foi lentamente me enlouquecendo e me deixando extremamente excitada, até que ele deu uma estocada firme na entrada do meu cu o que fez minha xaninha molhar intensamente. E foi nesse momento que eu esqueci onde estávamos, que tinham pessoas em nossa volta e eu mesma passei a rebolar na piroca daquele cavalheiro. Eu movia minha bunda para cima e para baixo, tentando encaixá-la na entrada do meu cu, e quando o conseguia, jogava meu corpo para trás para fazer a pica deslizar para dentro. O homem colou seu rosto em meu ouvido e me disse;

– Na próxima estação eu vou descer. Meu carro está estacionado lá, você desce comigo, a gente termina nossa brincadeira num motel e depois eu a deixo em sua casa. – ao dizer isso, ele deu mais uma estocada firme com seu pau que a cabeça conseguiu vencer o tecido de minha calcinha e saltar para dentro de meu buraquinho, o que me fez responder com um grunhido:

– Tudo bem…

Decidido isso, a estação chegou, ele seguiu pelo vagão abrindo o caminho. Sem dizer uma palavra sequer eu o segui. Descemos do trem, subimos as escadas rolantes, ele na frente e eu atrás. Saímos da estação e caminhamos pelo estacionamento até depararmos com um Mercedes Classe S, um modelo de alto luxo na época. Entramos no carro, ainda sem trocarmos uma única palavra, rumamos para um motel na Praça da Bandeira. Dentro de minha cabeça não se passava outra coisa senão dar o meu cu para aquele homem. Eu não conseguia pensar no risco que corria; se alguém teria me visto entrar naquele motel; se aquele homem era um maníaco, ou não. Nada, mas nada disso me passava pela cabeça. O único momento em que uma centelha de pudor ou de sanidade surgiu foi quando me questionei acerca da possibilidade do Marcos tomar conhecimento de tudo aquilo, mas, inexplicavelmente, em vez de me dissuadir da ideia, aquilo me acendeu o fogo do desejo, tal qual havia ocorrido no banheiro da boate meses antes. Descemos do carro, pegamos o elevador, e logo começaram os amassos. O cavalheiro me abraçou, envolvendo-me com seus braço e me beijou. Talvez pela experiência, eu não sei, mas o beijo daquele cavalheiro me deixou sem pernas! Nunca havia sido beijada daquela maneira tão intensa, gostosa e cheia de tesão. Saímos do elevador e caminhamos até o quarto com ele me puxando pela mão.

Entramos no quarto e voltamos a nos beijar, mas desta vez, suas mão percorriam meu corpo livremente. Apalparam minha bunda, apertaram meus seios, até que um de seus dedos invadiu a minha xaninha, me fazendo gozar em sua mão e, outra vez, a intensidade meu orgasmo me fez perder o chão. Minha vagina ficou tão encharcada que meu suco escorreu pelas minhas coxas. Sem para de me beijar um só instante, aquele homem me amparou e, enquanto me sustentava, livrou-me da camisetinha de lycra que eu vestia, expondo meus seios duros e tesos, o que funcionou como um convite para que sua boca os explorasse. Ao mesmo tempo em que sugava, lambia e beijava os meus seios, habilmente suas mãos desabotoaram minha minissaia e a fizeram escorregar minhas pernas abaixo, deixando-me apenas de calcinha e sandálias. Ele sentou-se na cama, me virou de costas para si e afundou seu rosto no mio de minha bunda. Sua língua quente e molhada percorreu toda a extensão de meu rego, detendo-se inúmeras vezes no meu cu, onde forçava a entrada sem lograr êxito.

Eu já estava totalmente entregue às suas carícias quando ele me pôs deitada na cama, arrancou minha calcinha e passou a chupar minha boceta como houvera sido chupada antes. Aquele homem realmente sabia com enlouquecer uma mulher, ele possuía uma habilidade na língua de deixar muito cacete no chão. Não por quanto tempo exatamente ele me chupou a boceta, mas a quantidade de vezes que eu gozei em sua boca me deixaram exausta e completamente sem forças. Ele se levantou e, lentamente, tirou suas roupas. Primeiro a gravata, depois abriu os punhos da camisa e depositou as abotoaduras no console da cama, sentou-se no sofá do quarto par tirar os sapatos e as meias, pôs-se de pé novamente e desabotoou a camisa e a pendurou no cabideiro com muita elegância. Aliás, tudo que ele fazia, todos os gestos, eram extremamente elegantes. Via-se que se tratava de um homem requintado que, obviamente, teve uma educação ímpar. Eles desafivelou o cinto, desabotoou a calaça e a fez descer suave e serenamente por suas pernas. E nesse momento, eu pude contemplar o seu corpo. Tórax largo, alguns pelos no peito, abdômen trabalhado, o que significava que apesar da idade, ele cuidava do físico. Pele morena, bronzeada de sol. Coxas grossas e panturrilhas proeminentes. Ele ficou apenas de cuecas, e guardado dentro desta peça íntima, estava guardado seu tesouro, um pênis de 18 cm, grosso e com uma glande rosada apetitosa. Ao livrar-se de sua cueca, ele subiu na cama e ajoelhou-se diante de mim, e sem dizer nada, apontou para seu membro rijo que apontava para minha direção. Entendi imediatamente o quê ele queria, por isso, me coloquei de bruços e puxei seu corpo, recebendo em minha boca seu mastro. Ele fez justamente como eu esperava que fizesse, segurou minha cabeça e passou a foder minha boca, enfiando o cacete e retirando-o na medida certa, me deixando aproveitar cada centímetro do membro que preenchia minha boca. As vezes ele deixava somente a cabeça do falo entre meus lábios o que me permitia lambê-la, beijá-la e tentar abocanhá-la novamente. Isso estimulou uma brincadeira entre nós, ele deixava seu pau ao meu alcance e quando eu me esticava para abocanhá-lo, ele se esquivava. E foi durante essa brincadeira que eu, não me contendo, me coloquei de joelhos diante dele e me joguei sobre seu corpo, fazendo-o cair deitado. Aproveitei-me da situação e segurei seu pau com a mão e passei a chupá-lo com sofreguidão, como se estivesse experimentando uma desforra. E, por fim, consegui minha prenda, aquele cavalheiro explodiu em minha boca, urrando como um leão, golfadas e mais golfadas de sêmen eram expelidas em minha garganta, pois eu, assim que recebi o primeiro jato de porra em minha língua, procurei engolir o máximo que pude daquele mastro. Nesse ínterim, meu telefone celular não parava de tocar. Eu sabia tratar-se de Marcos, meu doce corninho, pois meus pais não me ligavam a não ser que algo muito grave tivesse acontecido, mas o Marcos, ligava sempre, nem que fosse para levar um fora, por isso pouco me importei, e assim que tive uma oportunidade desliguei o aparelho.

Não é preciso dizer que não deixei uma gota sequer escapar de meu deleite. Sorvi todo o esperma, como há muito não fazia. Aquele sabor agridoce, um pouco azedo, que tanto provara enquanto mantinha meus encontros diários com Roberto, e que desde de minha aventura no banheiro masculino da boate não mais saboreara, agora voltava impregnar minhas mucosas orais. Eu estava, realmente, em êxtase, porém, queria mais. Muito mais! Era um tudo ou nada, ou melhor, um tudo ou tudo, que eu não queria perder. Provavelmente eu não teria outra oportunidade como aquela tão cedo, então, dentro de mim pesava a decisão de me entregar aos mais loucos devaneios sexuais com aquele cavalheiro. E o quê mais poderia eu temer? Minha boca, minha boceta e meu cu já haviam recebido as mais diversas incursões penianas. Já havia engolido o esperma denso, pegajoso e quente daquele homem, logo não havia, ao menos para mim, qualquer tipo de receio acerca de nada. E assim, após sentir seu membro murchar em minha boca, deitei-me ao seu lado, e fiquei acariciando o peito dele. Ele pegou um maço de cigarros, acendeu dois, e me deu um para fumar. Até aquele momento ainda não trocáramos uma só palavra, apenas beijos carícias e muito sexo oral. E foi aí que ele falou:

– Sua boca é maravilhosa, menina. Sabe bem como usá-la, não?!

– A sua também é, e você também sabe o que faz… – respondi, entre um trago e outro no cigarro. Ele me envolveu novamente em seus braços, tirou o cigarro de minha boca e o apagou no cinzeiro da cabeceira da cama. Depois, montou sobre mim e fez com que seu caralho fustigasse minha vulva até encontrar a entrada de minha vagina e nela se afundar de uma só vez. Mesmo esperando a penetração iminente, minha surpresa foi a profundeza que seu pau atingiu. Senti a glande comprimir o cólon de meu útero, o que me fez ver estrelas, mas, ao mesmo tempo, ter o meu corpo sacudido por outro orgasmo avassalador. A cada enterrada da piroca em minha xana, outra onda de gozo inundava-a, arrancando de mim incontroláveis gritos de prazer. Ora eu gemia, ora ou chorava, e aos berros eu implorava por mais pica. Enquanto isso, em um ritmo compassado, cadenciado, sem pressa, nem necessidade de chegar ao clímax, aquele homem, o meu cavalheiro, continuava a me foder. O suor de nossos corpos se misturavam, o aroma de sexo impregnava o quarto, e num ato de triunfo, ele deixou-se cair sobre meu corpo e me beijou tão ou mais intensamente quanto antes, enquanto uma cas**ta de esperma era depositada no fundo de meu canal vaginal. Meu amante, meu cavalheiro, girou seu corpo na cama, pondo-se deitado comigo sobre si. Seu mastro, ainda entorpecido, desfalecia em minhas entranhas. Sem buscar qualquer consentimento, esgueirei-me por suas pernas e retomei seu cajado em minha boca. Suguei, lambi, beijei seu petardo, acariciei e lambi suas bolas, até que meu objetivo foi alcançado. A piroca ganha vida novamente, crescera e enrijecera. Voltara poderosa e bela, merecedora do prêmio final, a cereja do bolo, meu derradeiro tributo àquele homem que me fizera gozar como nenhum outro jamais o fizera, até então. Montei sobre o macho que de mim desfrutara, colocando seu cajado duro bem no meio de minha bunda, e passei a fazê-lo deslizar entre meus montes traseiros, movendo meus quadris para frente e para trás. E aí, baixei meu corpo sobre o dele e sussurrei eu seu ouvido:

– Acho que está na hora de você comer meu cuzinho, não acha?! – o homem se renovou ao ouvir meu breve sussurro, tanto que ergueu-me consigo ao ficar de pé e responder:

– Assim você me conquista de vez, menina, pois eu não via hora de comer essa bunda… – disse ele, me colocando de volta à cama, e me posicionando de quatro diante de si. Ele, então, me fez colar meu tórax ao colchão, abrir as minhas pernas, o que me colocou numa posição extremamente vulnerável, com meu buraquinho entregue aos seus caprichos. A angústia de ter, finalmente, cu penetrado por um macho de verdade depois de tanto tempo, causava uma sensação de cólicas em meu ventre. Quando sua língua atingiu meu orifício, um espasmo de gozo brotou de dentro de mim e minha xaninha voltou a transbordar com meu suco íntimo misturado com o excesso de esperma que ainda teimava em escapar de meu útero. Em seguida, foi a vez de sentir meu botão ser pressionado e invadido firmemente pelo cajado do meu cavalheiro. Ele cravou sua piroca até o fim, milímetro a milímetro, de modo que seus pelos pubianos arranharam minha pele. E foi, naquele momento, que tive a certeza de que toda a imponência daquele caralho estava completamente enterrada em meu cu, que intensos e sucessivos orgasmos borbotavam em meu corpo e escorriam pelos meus poros. Eu gozava pela pele, eu gozava pelo cu. Eu gozava por onde podia e por onde sequer imaginava ser possível gozar. E tudo isso sem que meu macho desse início a sua colossal investidura em meu rabo. Pois, a partir do momento em que ele iniciou seu competente vai-e-vem, meus espasmos se intensificaram e eu praticamente desfaleci de tanto gozar. Entretanto, meu cavalheiro continuava a fodeu meu cu com todo o direito de quem tomou posse de algo precioso e único. E para seu deleite, eu estava completamente entregue, sujeita a qualquer sandice que ele bem quisesse aprontar. Tanto é que, ele começo a comer minha bunda de quatro, mas também o fez, de bruços, de lado, ao “frango-assado”, novamente de bruços e finalizou comigo segurando meus pés na direção de meus ombros com as pernas abertas, minha bunda empinada, e ele de pé enterrando seu pau no meu cu e retirando-o sucessivas vezes, apreciando o estrago que seu caralho fizera em minhas pregas e o quanto me deixara arrombada. Por fim, eu implorei que ele me desse outra dose de esperma para beber, mas ele se recusou, e preferiu depositar sua gala grossa e abundante no fundo de meu cu. Eu, abençoadamente, senti cada uma das contrações que seu pau deu em meu rabo, percebi que ele latejou até não haver mais nada a ser despejado em mim, e me senti vitoriosa quando o meu cavalheiro desmoronou sobre meu corpo, exausto, com as forças exauridas e sua vitalidade inerte. Suado, ele me abraço o tornou a me beijar. Agora seu beijo era doce e suave. Agradecido me falou:

– Você é a mulher mais gostosa que eu comi a minha vida! – quando me preparava para retribuir-lhe o elogio, ele arrematou – Coisa boa não se dispensa, se aproveita até o fim dos dias. – eu sorri e respondi.

– Meu nome é Lana.

– O meu é Dario – disse ele. Permanecemos mais um tempo abraçados e depois tomamos um banho juntos. Conversamos trivialidades acerca de trabalho faculdade, etc. Ele disse que era casado, pai de dois filhos, que amava sua família, proprietário de uma empresa e bem sucedido, mas que havia encontrado em mim o que sempre buscara numa mulher, a beleza e permissividade sexual. Pelo meu lado, contei-lhe que tinha um namorado, meu corninho gostosinho que eu amava, e amava traí-lo. Disse-lhe que cursava Comunicação e que meu sonho era fotografar, que morava com meus pais e que ele era exatamente aquilo que mais me trazia tesão, um homem maduro, macho, comedor e que sabia apreciar e cuidar de uma mulher fogosa como eu. E ainda me atrevi a dizer que se ele quisesse, eu daria para ele sempre que ele quisesse, pois mais do que amar meu namorado, eu amava ser bem fodida e saber que estaria corneando meu futuro marido.

Terminamos o banho, nos vestimos. Pegamos seu automóvel e ele, como havia prometido, me deixou em frente a minha casa. O carro de Marcos estava estacionado na calçada do outro lado da rua. Nos beijamos, trocamos telefone, e combinamos que bastaria ele me ligar a qualquer hora do dia ou da noite, eu largaria o que estivesse fazendo para ser dele novamente.

Ao entrar em casa, com os cabelos molhados, boceta e cu arregaçados pelo homem mais fantástico que fodera até então, Marcos veio ao meu encontro, me abraçou e me beijou, dizia-se preocupado, já que havia ligado inúmeras vezes para o meu celular e estava sempre caindo em caixa postal. Menti dizendo que a bateria acabara. Caminhei até meu quarto, para me trocar, e uma boa porção de esperma escapuliu de meu cu. Peguei aquela massa gosmenta com os dedos e os limpei com minha boca, lambendo e chupando um a um dos meus dedos. Mudei de roupa e voltei para a sala, onde beijei o Marcos com o gosto da porra de meu macho que havia escapado do meu cu na boca. Sentei ao lado dele no sofá. Maus pais foram deitar e eu ainda chupei o pau de meu corninho para ele não ficar chateado. Depois que ele gozou, disse que estava cansada e que precisava dormir. Marcos se despediu de mim, com juras eternas de amor.

Minha relação com Dario duraria mais quatro anos, durante os quais ele me comera religiosamente todas as terças e quintas-feiras. Minha sede por pirocas estava aplacada, tinha a doçura do Marcos e seu amor eterno, e tinha a macheza e pegadura de Dario que me levava aos extremos do prazer. Eu era uma uma felicidade só.

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