Sexo no ônibus – real

Sexo no ônibus – real
Vivi essa história de fato, e é para mim a prova que aventuras malucas, quase impossíveis, de fato ocorrem. Sei que muita gente deve inventar as histórias, mas nem todas. Algumas são reais. Esta, garanto, é real. E tem vários fetiches: sexo em local público, jovem, fardado, gozada…

Um dia eu tinha um compromisso em uma cidade a uns 60 km da minha e resolvi ir de ônibus.

Embarquei no horário das 8 da manhã. Fazia um dia lindo, de sol, mas estava fresco.

Minha poltrona era a 20 ou 21, coisa assim, mas eu resolvi me sentar lá no fundo. Os bilheteiros quase nunca vendiam as últimas poltronas e era comum a gente ir ali sozinho, sem ninguém na poltrona do lado. Na 20 eu certamente teria alguém me apertando, ocupando o encosto do meio etc.

Nota importante: era uma linha sem banheiro no ônibus, então ninguém se levantava para ir no fundo, durante a viagem de 1 hora.

O ônibus foi enchendo, enchendo, e eu fiquei com medo que o dono da poltrona do fundão aparecesse.

Realmente as 4 poltronas da fileira da frente foram ocupadas. Mas as 4 do fundão, não. Então eu estava sozinho, e do outro lado do corredor também estava vazio.

O motorista finalmente sentou ao volante e ligou o motor e eu pensei “Oba, vou sozinho, largadão nas duas poltronas!”. A viagem seria confortável.

Mas aí começaram a entrar PMs fardados.

Nessa linha era comum darem carona a PMs, que viajavam de graça e só subiam depois de todos os pagantes terem se acomodado.

Saco! Eram uns quatro ou cinco, e certamente viriam se sentar do meu lado. Eles gostavam do fundão, onde não se misturavam com os civis.

Mas contra toda a lógica, os PMs foram sentando pelo caminho. Inclusive na poltrona 20 que eu não ocupara. Todos os PMs sentaram pelo caminho, menos um.

Um PM magro, jovem (uns 25 anos), alto, veio se sentar no fundão. Sentou na minha fileira, mas do outro lado do corredor.

Ele iria sozinho em 2 poltronas e eu sozinho nas outras 2, legal.

Para minha alegria o motorista finalmente fechou a porta e partiu. Não iria entrar mais ninguém, minha viagem confortável estava garantida. Beleza.

Passados uns dez minutos, a gente nem havia chegado na rodovia ainda, eu percebo que o tal PM meu vizinho está me encarando. Ele usava óculos escuros (eu também), mas claramente ele me encarava.

Pô, o cara era polícia, estava fardado (de colete a prova de bala e tudo), eu não ia dar mole. Já pensou ser preso por desacato, atentado ao pudor, assédio, sei lá. Ele poderia estar dormindo, olhando outra coisa (os óculos podiam enganar). Eu não iria me arriscar. Fiquei na minha.

Mas quando já estávamos na rodovia, ele começou a alisar o pau dele por cima da farda enquanto me encarava. Opa. A coisa era séria.

Olhei pra frente. Todo mundo (inclusive os quatro passageiros bem na nossa frente) estavam com a cabeça pendendo, cochilando com o balanço do ônibus em plena manhã.

Hora da festa. Comecei a encarar o PM e a alisar meu pau também, por cima da minha calça.

Ele então fechou a cortina (eu fiz o mesmo do meu lado, imitando) e sacou o pau dele pra fora. Não era grande, uns 14 cm no máximo, mas bem duro.

Passados uns instantes eu já estava sentado na poltrona do corredor e ele também (cada um do seu lado). Passei a mão pelo corredor e comecei a punhetar ele.

Deu uns minutos ele passou o dedo de leve na minha boca. Estava dado o recado: ele queria mamada.

Pensei: é uma loucura, mas se eu não fizer, vou me arrepender pro resto da vida.

Fiz com o dedo sinal para ele pular pra poltrona da janela. Ele foi na hora.

Eu olhei pra frente, chequei a soneca geral (sim, não tinha como ter 100% de certeza), atravessei o corredor e sentei na poltrona do lado dele, o mais rápido e silenciosamente possível.

Ele então reclinou o banco dele ao máximo, se esticou todo e fechou os olhos. E eu caí de boca na rola dele.

Mamei com vontade e ele de olhos fechados e boca aberta.

Uma hora ele se virou, abriu a mochila dele e tirou uma cueca pra fora. Cheirava a amaciante, era uma muda de roupa limpa. Entendi o que significava: ia servir de toalha pra ele se limpar, o gozo estava perto.

Mamei com mais vontade e ritmo, ele alisava minha cabeça carinhosamente, até que senti um pouco de porra na boca. Tirei na hora e ele gozou uns três jatos fortes na cueca.

Apertei com a mão a perna dele (cumprimento clássico nessas horas) e pulei rápido pro meu lado. Não iria correr nem 1 segundo de risco sem necessidade. Já tinha sido loucura demais até ali.

Tudo tinha rolado com os dois mudos, não ouvi a voz dele nem uma vez (nem ele a minha).

Uns 5 minutos depois ele levantou, foi para a frente e desceu bem antes da rodoviária de destino.

Eu desembarquei na rodoviária, corri pro banheiro e bati uma furiosa no reservado. Gozei rapidinho.

Depois levei umas 5 horas pra cair a ficha…

Parece impossível, mas juro que foi real.

Bir cevap yazın

E-posta hesabınız yayımlanmayacak. Gerekli alanlar * ile işaretlenmişlerdir