O professor de educação física

O professor de educação física
Sou solteiro e professor de educação física. Sempre gostei e sempre fui praticante de esportes. Tenho um corpo atlético devido a essa prática constante de atividades esportivas. Dou aulas para pessoas de todas as idades, desde crianças de 8 anos até idosos de 80 anos. Mas a história que vou contar aconteceu em uma Universidade, mas precisamente no curso de Educação Física, onde nas aulas, eu costumava separar homens de mulheres, já que possuem força física diferentes e dessa forma fica melhor para aplicar as atividades. Era uma turma de primeiro ano, com garotas que tinham idades entre 18 e 21 anos, que eu gostava muito de dar aula. Logicamente, pois eram todas gostosinhas e sempre estavam com pequenos shortinhos e as suas tetinhas durinhas balançavam lindamente a cada exercício que eu dava.

Era uma manhã de sol forte e calor e aquelas menininhas estavam de matar! Muito mais gostosas que em dias normais de aula. O sol estava mesmo de rachar e todas elas com o mínimo de roupa possível. Shortinhos que mal cabiam naquelas gostosas bundinhas, blusinhas pequeninas e deliciosos peitinhos pulando todos pra fora! Muitas estavam inclusive sem sutiã, o que me deixava mais pirado ainda!

Mas eu tinha que me concentrar e não ficar olhando muito pra elas, não queria problemas com alunas, já que precisava muito daquele emprego! Era dia de aula de atletismo e separei as meninas em grupos de duas. Eram vinte meninas ao todo, então formei dez grupos e elas teriam que fazer várias provas, uma disputa entre si e um grupo de cada vez. Salto em distância, salto triplo, 100 metros, 100 metros com barreira e finalmente 1500 metros. As melhores de cada grupo íam passando pra fase seguinte, até que sobrariam apenas duas que disputariam a final. Eu iria aproveitar e ver o rendimento de cada aluna pra montar a equipe de atletismo para uma importante competição estadual. Então pedi total afinco das meninas.

Após mais de uma hora de muita disputa, sobraram as duas finalistas: Kamila e Lilian. O restante da turma foi dispensada pro banho já que o calor estava de matar. As duas restantes disputariam uma única prova de 1500 metros que definiria a campeã e quem seria também a capitã da equipe de atletismo no ano. As duas estavam exaustas por causa do sol forte, mas eu sabia que não mediriam esforços pra vencer. Kamila e Lilian estavam todas molhadas de suor, com a blusa totalmente transparente e como as duas estavam sem sutiã, não tive como não reparar nos lindos tetões das duas. Lilian era a mais gostosa da turma, uma linda morena de olhos azuis, de bunda arrebitada e seios firmes. Kamila era uma loirinha de tetas e bundas grandes, coxas grossas e musculosas, que se destacava em qualquer modalidade esportiva, e a essa altura eu já sabia que a vitória seria dela, mas torcia pra Lilian! Então, dei finalmente a largada…

As duas partiram e fiquei ali parado, admirando um pouco aquelas duas novinhas, que eram realmente muito gostosas. Eu poderia dizer que eram perfeitas, sem exagerar! A cada passada larga que davam, mais aqueles pequenos shortinhos se enterravam em suas bundinhas. E eu me imaginava transando de todos os jeitos com aquelas duas. Nossa! Isso seria incrível.

Em poucos minutos de prova, Kamila tomou a frente, assim como eu já esperava. E logo Lilian parou de correr, mas continuou andando, como que se tivesse entregado a vitória a outra, porém com vontade de chegar ao fim. Ela parecia muito exausta depois daquela longa manhã de muitos esforços físicos debaixo de um sol escaldante, porém realmente estava disposta a encerrar os 1500 metros!

Kamila então cruzou a linha de chegada e fez muita festa! Depois de um tempo chegou Lilian, cambaleando e chorando muito. Reuni as duas, anunciei a vencedora e avisei a Kamila que ela seria a capitã da equipe de atletismo. Após isso, falei para ela ir tomar um banho gelado e se hidratar. Minha intenção era ficar um pouco sozinho com Lilian, que estava realmente abalada com a derrota e ainda chorava muito. Eu não poderia deixar ela ir embora daquele jeito, sempre passei a elas que devemos ter espírito de guerreiros e nunca desistir de vencer, porém saber aceitar a derrota!

Na tentativa de reanimá-la, dei uma bebida isotônica pra ela e passei a dizer palavras de conforto e força pra ela. “Lilian, você é uma das melhores alunas que tenho! E isso inclui todas as turmas e todas as faculdades que dou aula!”, falei pra ela. Mas mesmo assim ela não reagia, só chorava e não falava nada. “Força, Lilian! Você foi a segunda colocada! Vai fazer parte da equipe de atletismo e poderá vencer nossos adversários esse ano! Eu acredito muito em você!”, eu insistia.

Lilian soluçando muito me disse: “Poxa, professor! Queria tanto ganhar essa prova! Queria ganhar essa prova pra você! Queria que você se orgulhasse de mim!”, me disse ela, para meu total espanto. Fiquei mudo e sem ter o que falar, enquanto ela me abraçou forte e me pediu desculpas por ter perdido a prova final.

Aquilo estava me enlouquecendo, ela estava toda molhadinha e pude sentir os bicos duros de seus seios pressionando o meu peito naquele abraço forte que ela me dava! “Lilian, você é uma guerreira! Vai se recuperar dessa derrota e provar pra todo mundo que é uma campeã nessa nova competição que está pra começar!”, eu disse a ela, abraçando-a pela cintura e caminhando para o fundo da pista de atletismo, onde tinham belos arbustos e flores e uma linda vista.

Um silêncio de alguns minutos tomou conta de nós e ela me abraçou forte novamente, deu um, dois beijos em meu pescoço, deslizou em direção de minha boca e meu deu um delicioso beijo de língua, com muita força e vontade. Não pude resistir, me ajoelhei com ela naquele gramado, e escondidos por alguns arbustos passamos a nos acariciar. Levantei sua blusa e apertei forte aqueles lindos seios. Abaixei o seu shortinho e passei a dedilhar aquela deliciosa xoxota lisinha…

Já com o pau ereto, tirei por completo aquele pequeno shortinho e passei a sugar todo aquele delicioso e salgado caldinho de suor que escorria por aquela minúscula bucetinha. Eu lambia por toda a extensão e dava pequenas linguadas em seu cuzinho. Lilian se contorcia de prazer, enquanto dizia: “Professor, eu vou ser a sua melhor aluna! Prometo pra você!”. Eu não falava nada, estava muito ocupado chupando aquela bucetinha salgada.

Depois de alguns minutos, Lilian tirou minha calça, segurou a minha rola, deu um leve beijinho na cabecinha vermelha que pulsava de tesão e me disse: “Depois da chupeta que vou te fazer, você não terá dúvidas de que sou sua melhor aluna…”. E começou a engolir o meu pau com vontade, enquanto o punhetava com as duas mãos e acariciava as bolas. Aquilo estava demais!!!

Confesso que me segurei pra não gozar com aquela gulosa safada que aquela novinha me fazia. Então Lilian me empurrou sobre a grama e fique ali deitado, enquanto ela se levantou e começou a fazer agachamentos em cima de minha pica dura. “Professor, veja minhas coxas como são durinhas, veja como faço direitinho os exercícios!”. E ela cada vez descia mais, encostando levemente a buceta na cabeça de meu pau… E aí, pro meu completo desespero, ela subia de novo! Até que após muita “tortura”, Lilian desceu e encaixou a sua xota, molhada de tesão e suor, em minha rola que parecia pedra, de tão dura que estava!

Ficamos ali transando na grama por quase meia-hora, quando finalmente gozei em sua boca. E ela, com essa história de ser minha melhor aluna, fez questão de engolir toda a minha porra. Como toda a classe já tinha ido embora, ainda conseguimos tomar uma ducha juntos e transar mais uma vez. Prometi a ela antes de ir embora que seria a capitã da equipe de atletismo. Acham que eu cumpri a promessa? É lógico que sim! Com isso ainda garanti comer aquela ninfetinha por várias e várias vezes.

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