Sozinha na praia com Papai

Sozinha na praia com Papai
Eu e meu pai fomos para a praia, e como minha mãe já não morava mais com a gente, confesso que senti um pouco de tesão pelo o meu pai, mas logo passou.

Quando chegamos em casa o meu pai me convidou para assistir um filme, eu aceitei e fui tomar um banho. Não sei o que aconteceu comigo, que quando eu sai coloquei uma micro camisola e fui para a sala. Quando cheguei na sala o meu pai perguntou que filme a gente ia ver, então dei a ideia de um filme de terror.

O filme já estava rolando faziam 25 minutos, e já tinha rolado um susto (enquanto isso eu não parava de pensar o quanto estava desesperada para transar e estava muito molhadinha) então por impulso perguntei pro meu pai se podia me agarrar nele (por causa do filme). Ele ficou meio sem jeito, mas concordou. Quando eu sentei perto dele pensei que queria subir no seu colo, mas resisti.

Quando faltava 15 minutos para o filme acabar, criei coragem e sentei no colo dele, ele ficou muito sem jeito. Quando ocorreu mais um susto, aproveitei para me mexer sutilmente e sentir aquela rola, que continuava mole. Até que do nada, meu pai pausa o filme e pergunta o porque de eu estar agindo daquela maneira, tentei disfarçar e dizer “que maneira?” até que ele lança um “eu estou sentindo você ‘molhadinha’ faz uns 3 minutos”

Nunca senti tanta vergonha, mas decidi continuar e disse:
-Tô com tesão
-Tesão de…
-Você vai se irritar, pai
-Anda logo
-De você, desculpa
-Você tem noção do que você acabou de me dizer?
-Tenho
Quando disse isso ele levantou irritado e foi para o quarto, como já estava humilhada fui atrás:
-O que eu preciso fazer pra você transar comigo?
-Meu Deus, olha o que você está me dizendo!

Tirei a camisola e fiquei só de calcinha e sutiã (a calcinha estava encharcada)
Cheguei perto dele e disse:
-Tô doida pra te pagar um boquete, posso?

Nem dei tempo de ele responder e me ajoelhei, abaixei a calça de pijama dele, ele não reagia, então logo em seguida abaixei a cueca, e pude olhar aquela piroca enorme. Peguei e dei um beijinho na cabecinha, ele soltou um leve gemidinho e disse:
-Você é minha filha
Então eu respondi:
-Deixa a sua filhinha te chupar
-É só um boquete, mais nada, pensa na sua mãe.

Comecei colocando aquela cabecinha vermelha na minha boquinha, depois fui dando lambidinhas por toda a rola, dei uns beijinhos nas bolas dele e comecei uma garganta profunda, ele começou a gemer alto, começou a forçar a minha cabeça com força contra a pirocona dele, que já estava duríssima. Dai ele afastou a minha cabeça, começou a bater uma e disse pra eu tirar o meu sutiã, porque queria gozar nos meus peitos. Tirei correndo e deixei ele gozar em mim.

Ele disse:
-Já chega, vá tomar um banho e ir dormir, isso nunca aconteceu!
-Eu amei te chupar, papai
-Boa noite
-Boa noite

Fui tomar um banho, mas não parava de pensar naquela rola, e o meu grelinho estava duro. Quando sai do banho, passei um creme bem cheiroso, fui de toalha até o closet da minha mãe (que era fora do quarto) e peguei um jaleco (minha mãe é médica) então eu voltei pro quarto, coloquei uma lingerie bem sexy e coloquei o jaleco por cima. Entrei no quarto dos meus pais, e ele já estava dormindo.

Acendi a luz, disse:

-Tô com insônia papai, me cansa!
-Eu sou o seu pai, para com isso
Abri o jaleco e deixei a mostra a lingerie
-Pensa em mim como a mamãe, me fode, por favor, papai.
-Que se dane
Ele levantou, tirou o jaleco de maneira brusca, e o resto da lingerie foi de maneira mais rápida ainda. E disse:
-Vai ser do meu jeito então
-Tudo por você, papai.
-Se ajoelha
Me ajoelhei e ele começou a forçar a minha cabeça com tanta força e tanta velocidade que me fez quase vomitar
-Abre a boca
Abri e ele gozou horrores na minha boca
-Engole agora, vadia! Quer dar pro papai vai ter que obedecer!
Engoli meio contrariada, mas engoli.
-Deita ali e abre as pernas pro papai, vai
Fiz isso e ele começou a me foder com muita força, uma coisa selvagem.
-Geme pra mim
Estava muito desconfortável, nunca curti muito dominação, mas agora ia continuar.
-Ãh, papai, ãh, ãhhhh.
Ele continuava me comendo com força, enquanto segurava os meus peitos de maneira brusca.
-Vai cachorra, geme!
-Ãhhhh, me fode gostoso, vai!
-Tem esse corpo pra fazer sexo sem graça? Faz valer a pena!
-Ãhhh, que gostoso, vai papai, vai!
Então ele gemeu alto, e pediu pra eu ficar de quatro.
-Já deu o cuzinho?
-Não – Disse com um pouco de tensão
-Vai dar pro papai?
-Claro – Disse com bastante medo.
Ele enfiou aquela piroca com força, me rasgou toda, eu gritava, ele segurava os meus cabelos com força e mandava eu gemer.
-Vai com calma pai, tá machucando.
-Anda cachorra, geme que eu vou mais sutilmente.
Gemi horrores, e quando acabou ele gozou na minha boca. No final da transa ele disse:
-Sempre quis te foder, sua vadiazinha, vê se não se oferece mais pra mim.
-Não vou, você foi um pouco selvagem demais
-Era castigo por fazer eu esperar tanto tempo pra te comer

Ele me abraçou forte e senti todo seu corpo colado no meu. Estava feliz e saciada. Com um pouco de dor e meio ardida. Eu tinha que dormir pra descansar ,pois amanhã era domingo e tínhamos um dia inteiro juntos, e logo cedo eu teria que satisfazer aquele macho fodedor que era meu pai. E eu ia fazer sempre.

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