A Semana.. Eu e Ela…Sexta-Feira

A Semana.. Eu e Ela…Sexta-Feira
Este será o capitulo final.

Proponho, novamente,a lerem em 1º todos os outros capítulos desta aventura, afim de terem um enquadramento e tornarem tudo mais interessante.

Sexta-Feira

Cheguei a casa.

Estava a acabar de preparar o jantar quando chega Rute do trabalho. Acompanhou-me na refeição e, durante esta, planeamos algo para a noite de sexta, algo suave para os casais. Ficou acordado irmos apanhar Liliana e Oliveira ao trabalho indo de seguida a uma praia em Oeiras muito famosa pelas oportunidades que lá existem. Rute foi tomar banho e de seguida eu.
Estava-me a vestir quando, entra pelo quarto Rute, nua e de gatas. Aproximou-se de mim cheirando-me o pénis, beijou-me a virilha depois as bolas, chupou e brincava com a língua, de seguida o meu pénis que estava a meia haste. Lambeu-o da base à cabeça acabando com ela na boca, olhou para mim e sem retirar o olhar, começa a engolir cada centímetro do meu caralho (um deepthroat com o olhos a penetrar-me a alma, que tesão). Retira-o da boca e masturba-me, estava a fazer me um oral incrível, as minhas mãos não deixavam a nuca dela, quando, interrompeu. Levantou-se e diz que teria mais, a seu tempo (consegui-o mexer comigo, não soube se estava irritado ou ansioso por mais).

Eram 23 quando apanhamos o Oliveira que foi o ultimo a sair.
Fomos até à praia, estava quase deserta.
Começamos a andar à beira da água quando, reparámos que do famoso local estava a sair um casal muito sorridente. Controlámos a zona por uns momentos, não estava ninguém na praia e fomos para o spot. É meio abrigado e meio escuro. Elas não perderam tempo. Empurram-nos para a parede, cada um com o seu par. Em sincronia, baixam as calças e vão directas ao assunto, que maravilha!
Eu olhava para eles e vice-versa, a troca de olhares exprimia a tesão que pairava naquele momento, durante aquela semana já tínhamos experimentado tudo e estávamos viciados naquele jogo. Rute levanta-se e segreda ao ouvido de Liliana que manda uma gargalhada.
Rute inclina-se para a parede de rabo espetado para mim (estava a convidar-me para comer a coninha dela, até abanava o rabinho!) bem-mandado como sou, não a fiz esperar muito, não foi preciso lubrifica-la. Agarrei-lhe nas ancas e devagarinho penetrei-a, sempre de uma forma lenta, estava a deixa-la louca, queria que me apodera-se dela como um louco mas, eu não cedi, queria sentir o meu caralho a escorregar pela coninha sentido o formato dela.
Liliana, tinha levantado o sutiã, estava agora encostada contra a parede montada no Oliveira, que lhe chupava as maminhas com muita vontade (como eu o compreendo),enquanto lhe dava estucadas.
No início do spot, reparei que estava outro casal a espreitar.

Estava na altura de dar show.

Fiz sinal ao Oliveira, topou a situação. Começamos ambos à carga máxima. Coloquei o polegar da mão direita dentro do cuzinho da Rute ficando com os restantes a fazer pressão no rego. Comecei a penetrá-la com força e com mais intensidade, tive de a calar com a minha mão para não se ouvir os gritos, a minha anca não iria parar, estava a vingar-me da surpresa após o duche. Olhava para o lado e ainda lá estavam. Pus um dedo dentro da boca da Rute que começa a chupá-lo por entre os gemidos que largava, com o meu polegar abraçava o meu caralho por dentro do ânus, deixando-a ainda mais louca. Oliveira tinha optado por trocar um linguado demorado já que Liliana estava de frente para ele. Ela agarrava-o com uma mão e com a outra apertava o mamilo, as mãos dele envolviam o rabo dela contra a parede de modo a manterem o equilíbrio, conseguia ver os líquidos deles a pingar na areia através das manchas mais escuras que deixava na areia. Chegámos ao orgasmo. Diferente dos muitos anteriores, como se tivéssemos a festejar ou a finalizar algo. Ambas tinham-se posto de joelhos de bocas abertas e juntinhas (como se esperassem chuva do céu), mesmo à filme, tanto eu como Oliveira viemo-nos para a boquinha delas.
Arranjámos-nos e fomos embora do local.
No inicio do spot, por trás de umas rochas ouvia-se uns gemidos, devia de ser o casal ( parece que os tínhamos inspirado).

Nessa noite, dormiu cada casal no seu sítio.
Estávamos todos estoirados, a semana não teve intervalos para descansar.
De uma simples aventura a três numa segunda-feira (ainda dizem que são más), passámos a uma Odisseia de sexo durante 5 dias. Se tinha fetiches por realizar até então, agora só restava repeti-los pois aquela semana tinha-me completado sexualmente.

Não foi a única vivência que tive com Liliana, mas essas, serão para outras alturas….

Fim do 5 e ultimo capitulo desta aventura e experiência.

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